Adoçantes: índice glicêmico X Índice insulinêmico




Vocês que me seguem há algum tempo já ficam de olho no #índiceglicêmico dos alimentos e, pra quem curte um doce... dos adoçantes né?


MAS, o que muita gente não sabe é que é preciso ficar muito atento ao índice INSULINÊMICO dos adoçantes! Principalmente se você precisa estar em #Cetose. Uma dieta baixa em carboidratos funcionará se os níveis de insulina estiverem significativamente reduzidos ao longo do dia.

Estudos indicam que os seguintes adoçantes – que não apresentam alto índice glicêmico – podem aumentar níveis de insulina:

1. ACESSULFAME DE POTÁSSIO

2. SACARINA

3. MALTITOL - pode elevar a glicose e a insulina, é um péssimo adoçante

4. SORBITOL

5. XILITOL - sobe menos, mas em excesso pode elevar a glicose e a insulina

6. SUCRALOSE CRISTALIZADA (por estar ligada a dextrose ou maltodextrina - sucralose é apenas OK em sua forma líquida.) Mas afinal, como escolher o melhor adoçante? O aspartame por exemplo possui baixo índice insulinêmico, mas eu não recomendo por ter uma desvantagem diferente: evidências recentes mostram efeitos do #aspartame na flora intestinal, alterações nas mitocôndrias cerebrais com exposição prolongada e respostas que afetam a regulação da glicose no fígado.

Mas afinal, quais adoçantes são OK?

1. Frutooligossacarídeos (FOS): são na verdade fibras de cadeia curta derivadas da inulina. No Brasil é bem difícil de encontrar, já nos Estados Unidos existe uma combinação de FOS com #eritritol chamado Swerve, que tem ganhado popularidade.

2. Eritritol: é absorvido e excretado inalterado e parece não ter resposta à insulina. pertence a uma classe de compostos chamados álcoois de açúcar.

Porém, tudo vai depender de cada pessoa! O consumo de xilitol, por exemplo, pode não ser legal para quem é diabético tipo 1, mas para crianças em dieta #paleo quem tem dificuldade com sucos mais ácidos e kefir pode ser uma boa – ele possui benefícios para os dentinhos.

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