Óleos vegetais (parte 2): Nosso inimigo no. 1!



Os especialistas apresentaram vários culpados da dieta como possíveis explicações para o rápido aumento das taxas de doenças crônicas em países industrializados, incluindo açúcar e gordura saturada. No entanto, um alimento comumente consumido encontrado na dieta de milhões de pessoas recebeu surpreendentemente pouca atenção - os óleos de sementes industriais.⠀

Ao contrário do que nos foi dito, os óleos de sementes industriais, como soja, canola e óleos de milho não são "saudáveis ​​para o coração" ou benéficos para nossos corpos e cérebros; na verdade, muitas pesquisas indicam que esses óleos estão nos deixando doentes. ⠀

Existem seis problemas principais com óleos de sementes industriais: O consumo de óleos de sementes industriais representa uma incompatibilidade evolutiva. Comer óleos de sementes industriais aumenta nossas proporções de ácidos graxos ômega-6 para ômega-3, com consequências significativas para a nossa saúde. Os óleos de sementes industriais são instáveis ​​e oxidam facilmente. Eles contêm aditivos prejudiciais. Eles são derivados de plantações geneticamente modificadas. Quando os óleos de sementes industriais são aquecidos repetidamente, são criados subprodutos ainda mais tóxicos.⠀

Hoje, o ácido linoléico, o ácido graxo primário em óleos de sementes industriais, é responsável por 8% de nossa ingestão total de calorias; em nossos ancestrais caçadores-coletores, era responsável por apenas 1 a 3 por cento do total de calorias. (Pesquisadores que são sábios no tópico da incompatibilidade evolutiva afirmam que nossos corpos simplesmente não foram projetados para lidar com um consumo tão massivo de ácido linoléico. Como resultado, nossos altos níveis de consumo de óleo de semente industrial estão prejudicando nossa saúde.⠀

Portanto a mensagem é clara: FUJA DOS ÓLEOS E GORDURAS VEGETAIS. Leia rótulos e saiba o que você está consumindo.



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